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Em entrevista, La’Porsha Renae se declara contra o estilo de vida gay

laporsha renae se declara contra o estilo de vida gay

Com os ânimos acalmados após o fim do programa, La’Porsha Renae já começou a dar entrevistas. Em uma coletiva de imprensa, a finalista foi questionada sobre as leis anti-LGBT instituídas no Mississípi, seu estado, e a resposta foi um verdadeiro banho de água fria nos fãs que a viam como uma defensora das minorias! Ela disse que “os gays são pessoas como nós e devem ser respeitados”, mas afirmou que não concorda com o estilo de vida deles.

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Tudo começou quando perguntaram sobre sua volta para casa e a relação com o estado do Mississípi. “Não tenho certeza se vou me mudar para Los Angeles, mas eu definitivamente posso dizer que planejo sair do Mississípi muito, muito em breve”, declarou. Em seguida, foi questionada se estava por dentro das recentes questões políticas no estado, que aprovou uma lei anti-LGBT. Ao afirmar que não sabia, foi indagada se o fato aumentaria os motivos de querer sair de seu lugar.

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“Meu foco principal em querer sair é por causa da minha situação de abuso e por querer recomeçar comigo e minha filha. Era desse tipo de problema que eu estava falando”, mas continuou a dar sua opinião sobre a lei. “É assim que eu sinto sobre a comunidade LGBT: eles são pessoas como nós. Eles não são animais como alguém já disse no passado; são pessoas com sentimentos. Apesar disso, nós podemos não concordar com aquele estilo de vida em particular por razões religiosas ou qualquer que seja o motivo. Você ainda trata o outro com respeito. Todo mundo é ser humano. Nós devemos ser capazes de coexistir um com o outro. Eu sou uma das pessoas que realmente não concorda com aquele estilo de vida. Eu não fui criada desse jeito, essa não é a minha base. Mas eu tenho um monte de amigos e muitas pessoas que eu amo muito e são homossexuais e são pessoas doces, pessoas boas. Nós deveríamos apenas respeitar as diferenças e opiniões uns dos outros e seguir em frente”.

A lei aprovada na última terça-feira, dia 5, impede que o governo estadual puna qualquer igreja, organização ou empresa que se negue a oferecer seus serviços a pessoas se isso representar uma violação de suas crenças religiosas, como a de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher e que os conceitos de “homem” e “mulher” são imutáveis. Mas a La’Porsha acha que cada um tem o direito de não aceitar…

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